Câncer de bexiga: o que você deve saber sobre a doença

câncer de bexiga
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Você já ouviu falar sobre câncer de bexiga? Este tipo de tumor ocupa o nono lugar mundial de neoplasias. Vale ressaltar que está mais presente em homens, com incidência de 7.590 novos casos, contra apenas 3.050 nas mulheres, de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer.

Sendo ele um dos grandes destaques entre as neoplasias do trato urinário, é preciso considerar os diferentes tipos e, principalmente, as causas. Você vai perceber que alguns fatores de risco podem ser evitados ao longo da vida, diminuindo-se a chance de carcinogênese.

Por fim, neste artigo, você vai entender também como é feito o diagnóstico e a importância de identificação dos sintomas, pois geralmente não são feitos exames de rastreio. Continue a leitura!

Veja os tipos de câncer de bexiga

Quando falamos de câncer de bexiga, não podemos considerá-lo como uma doença única. Na verdade, os diferentes tipos revelam muito sobre o quadro, visto que consideram qual tipo celular está envolvido.

O carcinoma de células em transição é o mais comum. Ele tem início no tecido mais interno da bexiga, conhecido como tecido de transição, de acordo com critérios histológicos. O grande risco, nesse caso, é a disseminação, que pode atingir órgãos próximos e a circulação linfática.

Existem, ainda, outros tipos, como: 

  1. carcinoma de células escamosas;
  2. adenocarcinoma;
  3. linfomas.

O primeiro atinge células mais delgadas após quadros infecciosos ou de irritação prolongada. Já o segundo acomete células glandulares, que também se formam após irritação ou inflamação.

Conheça as causas e os fatores de risco

A principal causa associada com a formação de câncer é a exposição da célula a fatores que possam prejudicar sua divisão. Diante de agentes agressores, há maior risco de desenvolver mutações. Mas quais seriam esses agentes?

O primeiro deles é o tabagismo, observado em até 70% dos casos de câncer na bexiga. As substâncias do tabaco agridem o trato urinário no momento em que são eliminadas. Detalhe importante: os fumantes passivos também sofrem com isso.

Outros compostos químicos também são prejudiciais, como substâncias da indústria têxtil e derivados do petróleo — incluindo tintas. Por fim, como dito, ser do sexo masculino também é outro fator de risco.

Entenda como são feitos o diagnóstico e o tratamento

Os exames de imagem são fundamentais para o diagnóstico de câncer. A cistoscopia, na qual algumas amostras celulares podem ser retiradas do interior da bexiga para biópsia, são é importante.

Uma vez com o diagnóstico confirmado, é possível estabelecer a melhor abordagem terapêutica. retirada total do órgão.

Em suma, o tratamento e a possibilidade de cura vão depender da extensão do tumor. Para prevenir o câncer de bexiga, evite a exposição aos agentes agressores, principalmente o cigarro. Além disso, fique de olho nos sinais da doença. Inicialmente ela é assintomática, mas, com o passar do tempo, pode acarretar dor ao urinar, presença de sangue na urina e maior urgência para urinar, mesmo que a bexiga não esteja cheia.

Diante desses sintomas, procure um profissional especializado. Veja como a Oncomed pode ajudar você!

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