Dieta: colesterol alto pode aumentar as chances de câncer de mama e intestino?

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Os níveis de colesterol sempre foram uma preocupação, tanto que estão sempre sendo estudados em pesquisas científicas e aparecem frequentemente nos exames de rotina. Sabemos que a elevação de seus níveis (em especial o LDL, considerado “colesterol ruim”) traz diversas alterações em nosso metabolismo. Mas, afinal, ele está realmente relacionado ao risco aumentado de câncer?

Segundo algumas pesquisas, o colesterol pode estar diretamente ligado ao câncer de intestino. Além disso, de acordo com um estudo com 4 mil mulheres, altos níveis de colesterol também aumentaram em 25% o risco de câncer de mama.

Para saber como isso acontece e quais os efeitos do colesterol em nosso corpo, separamos, neste post, as principais dúvidas sobre o tema. Continue lendo para saber mais!

Por que o colesterol alto contribui para um maior risco de câncer?

Embora o mecanismo específico desse fator causal não seja bem estabelecido, temos algumas dicas de por que o colesterol aumenta o risco de câncer. Inicialmente, o acúmulo de placas de colesterol nos tecidos pode levar à inflamação crônica — um dos principais fatores de risco para o câncer.

Além disso, alguns tecidos são especialmente sensíveis ao aumento de colesterol: é o caso, por exemplo, das mamas, que apresentam alto percentual de gordura, onde essas moléculas podem se aglutinar. Por esse motivo, alguns cânceres podem estar mais relacionados ao aumento de colesterol do que outros.

Quais as principais causas do colesterol alto?

Embora alguns casos de colesterol alto sejam hereditários, a maioria deriva de uma dieta rica em gorduras saturadas. Por isso, evitar frituras, alimentos embutidos e carnes em demasia pode ajudar a reduzir os níveis de colesterol.

Outro fator que já foi associado ao aumento do colesterol é a obesidade, visto que o exercício físico aumenta os níveis do colesterol bom (HDL).

Quais os sintomas do colesterol alto?

Um dos grandes perigos do colesterol alto é que, em fases iniciais, ele pode não apresentar nenhum sintoma. Quando os níveis aumentam exorbitantemente, no entanto, ele pode levar a diversas complicações — como placas ateromatosas em artérias e dor ao andar, chamada de “claudicação”.

Em níveis ainda maiores, o colesterol pode causar lesões na pele chamadas xantomas. Elas são mais proeminentes nas regiões dos olhos e apresentam cor amarelada, derivada do acúmulo de colesterol.

Como controlar os níveis de colesterol?

Como já mencionamos, uma dieta equilibrada é o pilar central para controlar os níveis de colesterol. Além disso, uma prática regular de exercícios (em especial, superior a 2h30 de atividades moderadas semanais) também está associada a essa redução.

Em alguns casos, no entanto, essas medidas (consideradas “conservadoras”) não são suficientes para o controle do colesterol. Nessas situações, é preciso procurar um médico e verificar a necessidade do uso de medicações para reduzir os níveis de colesterol.

Além de riscos cardiovasculares e metabólicos, o aumento do colesterol também pode estar associado a uma maior incidência de câncer. Por esse motivo, cuidar da dieta e do colesterol alto é uma preocupação cada vez maior entre médicos e pacientes.

Se você quer melhorar ainda mais a sua dieta, conheça sete alimentos que parecem saudáveis, mas que podem te enganar!

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