Quimioterapia: tudo que você precisa saber sobre o tratamento

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tratamento oncológico pode ser feito de diferentes maneiras, mas uma das formas mais conhecidas é a quimioterapia. Ela desperta dúvidas e inseguranças porque muito se fala sobre os seus efeitos colaterais, porém, é importante saber que ela traz diversos benefícios e pode, até mesmo, levar à cura do câncer.

Como é a quimioterapia, afinal? Esse tipo de tratamento pode ser adotado em diferentes casos e para vários tipos de tumor. É uma alternativa, por exemplo, quando a doença já se espalhou pelo organismo. Além disso, a quimio pode ser combinada com outras terapias, dependendo da necessidade de cada paciente.

Preparamos este artigo completo com tudo sobre quimioterapia para que você esclareça as suas dúvidas e entenda a importância e os benefícios desse tratamento. Continue lendo!

O que é a quimioterapia?

Receber um diagnóstico de câncer não é fácil. No entanto, não é somente a doença que desperta dúvidas e inseguranças nos pacientes, pois o tratamento também provoca esse mesmo efeito. Isso acontece, principalmente, quando a pessoa descobre que precisará passar por uma quimioterapia.

Ela ainda é muito temida porque os seus efeitos colaterais recebem um grande destaque, o que acaba por encobrir os benefícios que esse tratamento oferece. Afinal, a quimio permite tratar o organismo de uma forma generalizada, combatendo todas as células cancerígenas.

A quimioterapia consiste na utilização de medicamentos para combater as células doentes e controlar a sua proliferação. Essas substâncias são introduzidas no organismo e têm a missão de destruir essas células que levam à formação dos tumores.

Elas são conduzidas pela corrente sanguínea para o organismo, assim, chegam a todas as partes dele e combatem o câncer onde quer que ele esteja. Elas também impedem que a doença se espalhe fazendo o controle dela e, muitas vezes, levando à cura.

Quando o tratamento é indicado?

A quimioterapia é um tratamento eficaz para muitos casos de cânceres e pode combater diferentes tipos da doença, por exemplo, na mama, na próstata, na pele, no intestino, a leucemia, o linfoma, entre muitos outros. A escolha dela depende do protocolo adotado e das necessidades de cada paciente.

Ela é indicada, por exemplo, quando se deseja reduzir um tumor antes da cirurgia para a remoção dele. Também é uma alternativa nos casos de câncer metastático, quando as células doentes já se espalharam pelo organismo. E, ainda, é uma opção para melhorar a qualidade de vida de pacientes em estágios mais avançados.

Sendo assim, a quimioterapia pode ser aplicada com diferentes objetivos de acordo com o estágio da doença, o tipo de câncer e as condições gerais de saúde do paciente. Ela pode apresentar diferentes estratégias. Veja-as a seguir!

Como um método curativo

O tratamento com quimioterapia, geralmente, é adotado visando à cura do paciente ao eliminar completamente as células cancerígenas do organismo, sem deixar qualquer vestígio. Ainda que a cura não seja garantida, ela pode ocorrer quando as condições são favoráveis.

A quimioterapia com o intuito curativo pode ser:

  • exclusiva: nesse caso, a quimioterapia é adotada como o principal tratamento para combater as células cancerígenas;
  • neoadjuvante: a quimio recebe essa classificação quando é feita antes da cirurgia para remover o tumor. Duas das possíveis vantagens e dos benefícios são a redução do tamanho do tumor antes do procedimento cirúrgico e o tratamento precoce de micrometástases;
  • adjuvante: nesse caso, a quimioterapia é aplicada como um tratamento após a realização de uma cirurgia, de forma complementar. O objetivo é reduzir o risco de reincidência do tumor por meio da eliminação de vestígios da doença (micrometástases).

Como uma abordagem paliativa

A quimioterapia é indicada como um método paliativo para os pacientes que apresentam tumores em estágio muito avançado e nos casos em que a doença está disseminada pelo organismo. Os medicamentos promovem o alívio dos sintomas e podem melhorar a qualidade de vida e a sobrevida do indivíduo.

Qual é a diferença entre a quimioterapia e a radioterapia?

Embora tanto a quimioterapia quanto a radioterapia sejam tratamentos indicados para diversos tipos de câncer, elas são técnicas totalmente distintas. Afinal, a quimio é um método sistêmico e a radioterapia se classifica como um método localizado.

Uma terapia sistêmica é aquela que atua no organismo de uma maneira generalizada. Como os medicamentos quimioterápicos viajam pela corrente sanguínea, chegam a todas as partes do corpo, tratando-o por completo.

A radioterapia consiste na aplicação de radiação ionizante no local onde está o tumor. Assim, ela atua de maneira pontual, combatendo as células doentes presentes somente naquela região, sem impactar diretamente os outros órgãos ou sistemas.

Isso não significa que um método seja melhor do que o outro. Justamente por serem diferentes, eles apresentam aplicações distintas, então, a adoção de um ou outro é feita com base nas características da doença e na necessidade do paciente.

Como é o ciclo da quimioterapia?

O tratamento com quimioterápicos pode apresentar esquemas muito diferentes e que variam conforme o tipo da doença, o seu estágio, o objetivo pretendido e as substâncias utilizadas. É por isso que se fala em “ciclo da quimioterapia”.

Ele consiste na forma como o tratamento é organizado, porque a administração dos medicamentos é feita em aplicações com um determinado intervalo de tempo entre elas. Esse período pode variar entre uma semana, duas ou três, por exemplo.

É necessário fazer dessa forma porque o organismo precisa de um tempo para se recuperar dos possíveis efeitos da medicação. No entanto, é fundamental respeitar o prazo e manter a repetição do tratamento para que a doença se mantenha sob controle e para que as chances de cura aumentem.

Por isso, o tratamento quimioterápico pode ser muito diferente para os pacientes que apresentam o mesmo tipo de tumor. Esse é o caso do câncer de mama, que, além de ser classificado com diferentes graus de agressividade, pode estar em estágios mais ou menos avançados, exigindo intervenções distintas.

Quanto tempo dura cada sessão?

O médico que acompanha o seu tratamento é o mais indicado para responder a essa pergunta, afinal, o processo depende de alguns fatores variáveis — por exemplo, o tipo de tumor e a quantidade de medicamentos que vai ser aplicada. Geralmente, esse tempo varia entre uma hora e meia e dez horas. Existem situações, por exemplo, em que o paciente vai para casa com um infusor do medicamento.

Quais os tipos de drogas que são utilizados na quimioterapia?

Você já ouviu falar em quimioterapia branca e vermelha? Essa é uma das denominações que o tratamento recebe e que, muitas vezes, pode gerar certa confusão ou, até mesmo, alguma insegurança para os pacientes.

Isso porque alguns acreditam que a quimioterapia vermelha é mais forte e agressiva do que a branca, o que não é verdade. A única diferença entre elas está no tipo de substância utilizada e que faz com que a solução apresente uma determinada coloração.

Alguns remédios apresentam essa tonalidade avermelhada enquanto outros são transparentes. No entanto, isso não implica maiores ou menores eficácia ou agressividade. É apenas a composição química que promove essa diferença visual.

No entanto, essa não é a única variação da quimioterapia, pois a sua forma de administração também pode ser muito distinta. Isso se dá em função da substância adotada e da estratégia pela qual o médico optou. Portanto, os quimioterápicos podem ser introduzidos no organismo por via:

  • oral: quando os medicamentos têm apresentação líquida, em cápsulas ou em comprimidos, são ingeridos pela boca e o tratamento pode ser feito em casa;
  • endovenosa: (ou intravenosa) essa é uma das formas mais conhecidas de quimioterapia, quando o medicamento é aplicado diretamente na veia por meio de injeções ou é misturado ao soro;
  • intramuscular: nesse caso, o quimioterápico é introduzido no organismo com injeções feitas diretamente no músculo;
  • subcutânea: aqui, também são utilizadas injeções, mas a aplicação delas é feita logo abaixo da pele;
  • intracraneal: é uma forma menos frequente de quimioterapia na qual a medicação é introduzida na espinha dorsal;
  • injetável: o quimioterápico também é aplicado por meio de injeções, mas com a diferença de que elas são aplicadas diretamente no local da doença, como em um órgão específico;
  • tópica: a administração tópica da quimioterapia é aquela em que os medicamentos são aplicados sobre a região afetada, seja uma mucosa, seja a pele.

Existem, ainda, outras formas de fazer a administração da quimioterapia, como pelas vias intra-arterial, intracavitária, intralesional e intravesical.

Há mais de 100 substâncias quimioterápicas para tratar os tumores malignos. Elas podem ser classificadas em grupos de acordo com a sua estrutura química, o modo como interagem com as outras medicações e a maneira como afetam as células doentes. Veja, a seguir, as suas classificações.

Agentes alquilantes

Danificam as células doentes e impedem que elas se reproduzam. Alguns exemplos são:

  • altretamina;
  • carboplatina;
  • dacarbazina;
  • melfalano;
  • oxaliplatina;
  • tiotepa.

Antibióticos antitumorais

Também alteram o DNA das células cancerígenas evitando que elas continuem crescendo ou que se multipliquem. Alguns exemplos são:

  • doxorrubicina;
  • idarrubicina;
  • daunorrubicina;
  • epirrubicina.

Inibidores mitóticos

Essas substâncias são derivadas de produtos naturais e impedem a divisão celular e a produção de proteínas utilizadas em sua reprodução, além de danificarem as células em todas as fases do seu ciclo. Alguns exemplos são:

  • estramustina;
  • vincristina;
  • docetaxel;
  • vimblastina;
  • paclitacel.

Antimetabólitos

Esses medicamentos afetam o DNA e o RNA das células provocando danos a elas quando os seus cromossomos estão sendo copiados. Alguns exemplos são:

  • citarabina;
  • fludarabina;
  • metotrexato;
  • capecitabina;
  • floxuridine.

Inibidores da topoisomerase

Afetam as enzimas topoisomerases que têm a função de atuar no DNA para que ele possa ser copiado e as células se reproduzam. Alguns exemplos são:

  • irinotecano;
  • etoposido;
  • topotecano;
  • mitoxantrona.

Corticosteroides

Também chamados de esteroides, eles consistem em hormônios com ação imunossupressora e anti-inflamatória. Alguns exemplos são:

  • dexametasona;
  • prednisona;
  • metilprednisolona.

É válido lembrar que a quimioterapia nem sempre utiliza somente um medicamento. O especialista pode optar pela associação deles com o intuito de obter resultados ainda melhores. Por isso, é importante saber a qual grupo esses remédios pertencem, tanto para conhecer a sua interação quanto para prever os possíveis efeitos colaterais.

Quais são os efeitos colaterais da quimioterapia?

Uma característica dos medicamentos utilizados na quimioterapia é o fato de que eles atacam as células que se reproduzem mais rápido. Porém, não são apenas aquelas cancerosas que se comportam assim, porque algumas células saudáveis do organismo também têm um crescimento acelerado, como é o caso daquelas da medula óssea e das mucosas.

É por isso que o tratamento quimioterápico pode provocar efeitos colaterais. Eles variam dependendo do tipo de substância utilizada e podem ser diferentes em função da própria sensibilidade do paciente. Em alguns casos, ocorre a ausência total desses efeitos. De toda forma, pacientes submetidos à quimioterapia podem apresentar comumente:

  • mucosite;
  • náuseas e vômitos;
  • fraqueza;
  • perda de peso;
  • queda de cabelo;
  • diarreia;
  • ressecamento da pele;
  • alterações no sono;
  • formigamento das extremidades do corpo (neuropatia periférica);
  • redução dos elementos da medula óssea (hemoglobina, células vermelhas, glóbulos brancos, plaquetas).

É muito importante saber que, apesar de a quimioterapia poder causar reações adversas, cada organismo reage de uma forma. Além disso, os médicos fazem a indicação de substâncias que ajudam a minimizar esses desconfortos. Assim, o paciente pode manter a sua qualidade de vida.

O especialista também faz algumas recomendações para que o paciente se alimente da maneira certa antes da quimioterapia e durante o tratamento e também com o intuito de reduzir efeitos colaterais e evitar possíveis infecções, uma vez que o organismo fica mais sensível.

Seguir essas instruções é fundamental para que a quimioterapia gere o menor impacto possível na qualidade de vida e no bem-estar, além de manter a saúde do paciente, evitando a ocorrência de outras complicações.

Como se preparar antes da quimioterapia?

Como você acabou de ver, são muitos os efeitos colaterais possíveis durante o tratamento quimioterápico. Por esse motivo, antes de iniciar a primeira sessão, é fundamental que o paciente tenha o acompanhamento psicológico, nutricional, da farmácia clínica e da enfermagem.

Com o apoio de todos esses profissionais, será possível esclarecer muitas dúvidas, tranquilizar-se e, também, amenizar as reações desagradáveis.

Entre os cuidados mais comuns, estão:

  • a chegada do paciente bem alimentado e com a certeza da ingestão de bastante líquido durante o processo;
  • o paciente deve ser acompanhado, especialmente na primeira sessão, pois são muitas as informações novas que ele vai receber e ele pode precisar de ajuda para assimilar cada uma e memorizá-las;
  • o médico plantonista deve ser procurado imediatamente ao se perceber algum sintoma fora do previsto.

Quais os cuidados mais importantes a serem tomados durante o tratamento?

Os cuidados que podem ser tomados pelo paciente, na grande maioria das vezes, dizem respeito aos efeitos colaterais. Isso porque algumas ações no dia a dia podem ajudar a aliviar os sintomas desagradáveis, ao mesmo tempo em que fortalecem o corpo e o psicológico para prosseguir combatendo o câncer.

Veja o que pode ser feito, então, de acordo com cada efeito colateral.

Náuseas e vômitos

Além de manter uma alimentação mais leve, com muitos líquidos e de acordo com as orientações do nutricionista, uma boa dica é evitar ficar perto da cozinha na hora do preparo das refeições. Também fique atento se algum alimento ou um tempero específicos piorarem os enjoos e evite-os.

Além dos alimentos, muitos cosméticos e produtos de limpeza também causam náuseas nos pacientes em tratamento quimioterápico. Portanto, tenha cuidado com loções hidratantes e perfumes.

Ressecamento da pele

Por falar em loções para a pele, você pode fazer bom uso delas para combater o ressecamento, comum durante esse período. Para solucionar o problema dos enjoos provenientes dos cosméticos e a condição ao mesmo tempo, opte por produtos dermocosméticos — que, geralmente, são mais potentes e não têm fragrância.

Vale lembrar que a exposição ao sol e as atividades que façam suar também prejudicam a pele, bem como os produtos de limpeza. Em relação ao sol, capriche no filtro solar diariamente.

Por fim, tenha uma atenção extra aos lábios, que também ressecam bastante e podem ficar rachados, e também à síndrome mão-pé — um efeito comum que provoca vermelhidão, inchaço e dor nas palmas das mãos e nas plantas dos pés. Nesse caso, é preciso relatar ao médico os seus sintomas, pois, algumas vezes, eles são severos e precisam ser tratados com medicamentos.

Fadiga e sono excessivo

Simples e eficiente, a dica é mesmo descansar. Manter uma rotina de sono, acordando e indo dormir sempre no mesmo horário ajuda bastante. A acupuntura, inclusive, é uma excelente alternativa para reduzir a fadiga e gerar muitos outros benefícios.

Para esse fim, converse com a sua equipe médica sobre uma rotina leve de exercícios, que, além de ajudar a melhorar a qualidade do sono, vai diminuir a ansiedade e fortalecer a imunidade e o organismo de forma geral.

Quais os benefícios que o tratamento quimioterápico oferece?

Como você viu, a quimioterapia é um tratamento muito versátil que pode ser aplicado em diferentes casos. Existem muitas substâncias disponíveis atualmente, várias estratégias distintas para melhorar os resultados e diversas formas de minimizar o desconforto provocado pela medicação.

Sendo assim, podemos dizer que essa terapia oferece diversos benefícios para o paciente, e isso é o que faz com que ela seja tão interessante e muito adotada pelos profissionais. Veja, a seguir, alguns deles.

Tratamento generalizado do organismo

Como dito, a quimioterapia é um tratamento sistêmico, sendo assim, ela atua no organismo inteiro de uma só vez. Essa generalização é importante para que nenhuma célula cancerosa acabe perdida e venha a formar novos tumores.

Alívio dos sintomas da doença

Como os quimioterápicos combatem as células doentes, reduzem os tumores e controlam a doença, eles aliviam os sintomas. Por isso, aumentam a qualidade de vida do paciente e proporcionam um pouco mais de bem-estar.

Controle das células doentes

As células cancerosas se reproduzem de maneira muito rápida e desordenada, mas os quimioterápicos têm o papel de impedir que isso aconteça. Sendo assim, eles evitam que essas células doentes continuem invadindo o organismo.

Possibilidade de cura

Como a quimioterapia combate, controla e evita a proliferação das células doentes, existe a possibilidade, em vários casos específicos, de cura do câncer por meio dela. Vale lembrar que isso não é uma garantia, no entanto, pois depende de diferentes fatores. Mas, em muitos casos, a quimio é um método eficaz para eliminar os tumores.

Redução do risco de recorrência

Como os quimioterápicos viajam por todo o organismo, eles encontram todas as células cancerosas e destroem-nas. Por isso, o tratamento também ajuda a reduzir o risco de recorrência da condição, pois é mais difícil que alguma célula doente consiga sobreviver.

Qual é a relação entre a quimioterapia e a infertilidade?

O risco de infertilidade (seja permanente, seja temporária) depende de vários fatores, como a idade do paciente, o tipo de medicamento que é usado, a dose de medicamentos administrados etc.

No caso dos homens, geralmente, a produção de esperma pode diminuir, cessar ou a medicação pode alterar a função dos espermatozóides. Essa alteração pode ser passageira ou permanente.

Nas mulheres, a infertilidade também pode ser definitiva ou temporária. É importante destacar que o recomendado é que a mulher não engravide durante o tratamento e nem nos primeiros seis meses após o fim da quimioterapia. Sendo assim, a segurança do feto/criança não é prejudicada.

É verdade que a quimioterapia pode trazer efeitos colaterais, mas isso acontece com qualquer outro medicamento, não é? Portanto, esse tratamento deve ser visto como algo positivo, uma vez que traz diversos benefícios para o paciente e ainda pode levar à cura do câncer.

Agora que você já sabe tudo sobre quimioterapia, conte com bons especialistas durante todo o seu tratamento e, assim, os resultados serão os melhores possíveis.

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5 thoughts on “Quimioterapia: tudo que você precisa saber sobre o tratamento

  1. Muito bom é explicativo a reportagem.Ja passei por estes tratamento hj a 1 ano estou tomando Anastrazol câncer de mama. Estou bem espero e tenho fe

  2. Estou em tratamento a 13 meses (colo uterino e pulmão) a última químio que fiz me causou um efeito muito forte. Sinto dores nas pernas , muita dormência no corpo principalmente pés e mãos, já não consigo caminhar direito e as mãos estão sem força pra tomar um banho é difícil. As vezes acho que vou enlouquecer de tanto que ferroa, coça, parece que tem bichinhos andando sob a pele, muito estressante. Fiz a última dose no dia 30/08/19 e preciso voltar a tomar a medicação mas como estou sentido esses sintomas ainda muito fortes minha médica quer esperar .

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